Liberta-se um grande potencial de cura no momento em que nos apercebemos o quanto nos rejeitamos

Para evitar o risco de sermos rejeitados.

Um dos desafios no caminho do auto-conhecimento é re-inventarmos a relação que temos com a nossa criança interior.

Desenvolvendo empatia e aceitação com esta parte de nós que encontrou força fechando-se sobre si mesma para se proteger e não voltar a sentir a dor da rejeição:

  • “Nunca mais te vou dar esta parte de mim”

É inevitável encontrarmos esta voz quando empreendemos a mudança:

  • Na forma de um nó na garganta que não nos deixa falar em grupo.
  • Através da procrastinação do que sabemos que queremos fazer.
  • Dizendo sim quando na verdade queremos dizer não.
  • Isolando-nos – dizendo não quando queremos é dizer sim.

Ou qualquer outra versão de nos fecharmos sobre nós mesmos.

Enquanto adultos temos a liberdade de novas escolhas. Mas a verdade é que inconscientemente persistimos em esconder-nos do mundo.

Este foi o recurso que encontrámos para lidar com a vulnerabilidade e após anos tornou-se um padrão automático de defesa.

Existe uma nova possibilidade, que passa por:

  1. Reconhecer a auto-rejeição.
  2. Sentir a emoção que advém desse reconhecimento.
  3. Sustentar esse espaço pelo tempo que for preciso.

A casca dura que se criou ao redor da vulnerabilidade não se abre forçando: requer suporte, empatia e paciência. Sem precipitações e sem pressa para mudar.

E desta nova relação surgirá a disponibilidade para a totalidade.

Até já***
João Diogo

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