Os estados emocionais têm a tendência para dramatizar as circunstâncias, amplificando a sua influência na nossa perspectiva de futuro:

  • Quando as circunstâncias são positivas fazem sobressair as cores com que imaginamos o que está porvir.
  • E quando são negativas aumentam o cinzento que nos impede de discernir as soluções para o que queremos resolver.

A probabilidade de que dentro de um ano nem tu nem eu nos recordemos de onde estava quando leu este texto é elevada.

Nem quais eram as emoções, circunstâncias e pensamentos sobre o futuro que estava a viver.

A não ser que haja um alinhamento interno que crie uma transição de percepção:

  • Uma nova perspectiva de ver a mesma circunstância “de sempre” – que torne este momento “especial”.

Então sim – recordaremos onde, com quem e em que circunstâncias criámos essa nova maneira de entender o presente… e imaginar o futuro.

A nossa educação treinou-nos para para vivermos à mercê das idas e vindas dos padrões emocionais na esperança de que algo mude, vindo de fora.

Esta é a principal razão pela qual continuamos a adiar o que queremos.

Poder pessoal não é sermos capazes de vencer a batalha interna connosco mesmos.

É antes aprendermos a nutrir re-alinhamentos internos que acendem a luz por um intervalo de tempo curto – dissociando-nos do padrão inconsciente:

  1. Por duas horas.
  2. Por um dia.
  3. Durante esta conversa.

Não é acerca de erradicarmos o padrão inconsciente: ele já existia quando nascemos, e vai perdurar quando partirmos.

É acerca de sabermos usá-lo a nosso favor.

Porque logo à noite, no fim do dia, a resposta que mais conta é de que modo contribuí hoje para o que digo querer estar a viver dentro de um ano?

Até já***
João Diogo

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