Loading...

Inteligência Emocional: Uma Técnica para Desenvolver Extrema Resiliência?

O Zen identifica dois processos pelos quais a nossa consciência pode evoluir:

  • Satori
  • E Kensho

Satori refere-se à iluminação instantânea, a tomada de consciência imediata e repentina que faz com que a nossa perspectiva de um assunto se altere no momento. É a experiência de pico.

Kensho é um processo gradual, em que vamos aprendendo com as nossas experiências e nos empurra lentamente para o próximo estágio de consciência.

Para que a mudança na nossa vida seja efectiva é necessário integrar ambos, encontrando a maneira de implementarmos as tomadas de consciência dos workshops no nosso dia-a-dia comum.

Este artigo aborda o Kensho: como lidarmos com as nossas reacções automáticas no dia-a-dia.

Olá.

O meu nome é João Diogo, sou co-criador do shoo e neste artigo vou mostrar-te como podes assumir o comando de qualquer estado mental negativo

E transformá-lo em presença e compromisso, aquele estado de totalidade em que a mente se silencia e os teus recursos internos ficam todos à tua disponibilidade para criares o que quer que seja a que te disponhas.

Se pertences aquele grupo de pessoas cuja prioridade é o auto-conhecimento…

E já investiste muitos milhares de euros e fins-de-semana em desenvolvimento pessoal, então esta técnica simples é tudo o que precisas para finalmente obteres o retorno do teu investimento…

Na vida real.

Imagina isto:

Da próxima vez que te sentires impotente em relação ao teu próprio medo de falhar seres capaz de desatar o nó, veres-te livre do peso desnecessário e regressares a um espaço de disponibilidade para agir…

Em menos de 10 minutos.

E independentemente da emoção que tiver surgido, seja ela…

  • Ansiedade,
  • Preocupação,
  • Cansaço,
  • Medo de falhar,
  • Sobrecarga,
  • Falta de confiança,
  • Depressão,
  • Ou outro qualquer estado “negativo”…

Seres capaz de a utilizar como porta de entrada para um estado de certeza, em vez de desperdiçares os teus recursos internos numa luta interminável contigo próprio/a.

Nós Internos: o que são e como se formam?

Os nós internos são uma reacção emocional impulsiva que produz a sensação de sobrecarga interna desproporcional em relação ao estímulo que a catalisou – por se ter activado uma percepção de ameaça emocional muito maior do que ela é na realidade.

O estímulo tanto pode ser um pensamento ou uma imagem na nossa mente como algo que aconteceu “fora de nós” – algo que alguém disse, por exemplo.

Daniel Goleman baptizou este fenómeno de Sequestro da Amígdala no seu livro “Inteligência Emocional”.

Se alguma vez paraste para relembrar uma discussão e deste por ti a pensar algo como “isto não sou eu” ou “como é que fui capaz de dizer aquilo”

Então há uma grande probabilidade de que tenhas passado por um sequestro da amígdala.

É importante que a parte racional de ti que está a ler este texto compreenda como é que este processo acontece.

E a melhor maneira de o explicar é com um modelo científico do cérebro.

O Cérebro Triuno, segundo o Dr. Paul D. MacLean

O modelo do Cérebro Triuno do Dr. Paul D. MacLean descreve o cérebro como sendo composto por três partes:

  1. O Cérebro Primitivo, responsável por todas as acções autónomas do nosso corpo e por garantir a nossa sobrevivência.
  2. O Sistema Límbico, responsável por processar as emoções e os sentimentos.
  3. E o Neo-Córtex, o lugar da meta-consciência (consciência de nós mesmos) e da capacidade de imaginar respostas a novos desafios.

O modelo do Cérebro Triuno segundo o Dr. Paul D. MacLean

A razão pela qual é importante ter consciência destas “três partes em um” do cérebro é que apesar de parecer que somos animais racionais…

O que define os nossos níveis de resiliência – e se somos ou não capazes de persistir e continuar a tomar as decisões certas quando estamos sob pressão…

É a nossa capacidade para gerirmos as reacções instintivas e primárias do Cérebro Reptiliano e re-direccionarmos o fluxo de consciência de volta para o Córtex Frontal quando tudo o que nos apetece é reagir.

Por outras palavras…

Sermos capazes de “dar a volta” ao Sequestro da Amígdala e voltarmos a ser “donos de nós”.

Porque assim que a amígdala faz a correspondência entre o estímulo externo e as nossas memórias armazenadas no hipocampo como sendo uma situação de potencial perigo…

O comando das nossas decisões é sequestrado numa questão de mili-segundos e passamos a estar em Modo Sobrevivência:

  • “Como é que saio|reajo a isto o mais depressa possível?”

E em vez de usarmos o cérebro pensante para decidir – o Neo-Córtex – ficamos à mercê da reacção instintiva de “luta-ou-fuga” do Cérebro Primitivo…

  • “Luto com o que está a acontecer?”
  • “Fujo de qualquer perigo potencial?”
  • “Ou congelo e espero que passe?”

Perigo, Sequestro da Amígdala e Modo de Sobrevivência

A reversão do Sequestro da Amígdala é ainda mais importante na vida do dia-a-dia, onde as nossas decisões realmente fazem a diferença e estamos mais expostos a eventos que nos fazem disparar.

Se a pergunta “como?”

  • “Como é que se desatam os nós?”

… te passou pela mente, vou mostrar-te em breve.

Mas antes quero frisar mais três pontos:

  1. Os nós – a mente negativa – são um estado transitório.
  2. Qualquer pessoa pode influenciar a sua duração.
  3. E são um reservatório ilimitado de energia.

Mindfulness na Vida Real?

Cria um diálogo redentor entre a mente e o coração abrindo espaço para agires em consciência – apesar do ritmo do dia-a-dia comum. Em 10 minutos. Investir nos #21DiasDeFLUXO »

1. Os Nós são um Estado Transitório

Independentemente do nó que experiencies com maior frequência…

  • Sobrecarga,
  • Falta de confiança,
  • Ansiedade,
  • Preocupação,
  • Cansaço,
  • Resignação,
  • Depressão…

É possível transmutá-lo no seu complementar positivo…

  • Motivação.
  • Paz.
  • Inspiração.
  • Relaxamento.
  • Entusiasmo.
  • Confiança.
  • Amor…

Faz esta analogia: assim como uma bateria precisa de um pólo negativo e um pólo positivo para gerar uma corrente eléctrica…

Também as nossas emoções precisam de uma carga negativa e positiva para gerar energia.

O “problema” está em acreditarmos…

  • Que as emoções negativas são “más”.
  • Que há algo de errado connosco por senti-las.
  • E que temos que nos “arranjar”.

É esta crença que sustenta a resposta “luta-ou-fuga” do nosso Cérebro Primitivo levando-nos a ficar reféns do Sequestro da Amígdala de cada vez que nos tocam naquele botão certo.

E que faz com que o estado reactivo (que deveria ser) transitório se torne habitual e aparente ser permanente.

Assim como o Rui transmutou a preocupação crónica em silêncio e força em 10 minutos…

Ou a Ana transformou…

2. Qualquer Um de Nós Pode Influenciar a Duração do Nó

A frase que se segue pode parecer uma fantasia, mas…

Num determinado nível de consciência o nosso estado é uma escolha. E qualquer um de nós pode atar e desatar qualquer nó que surja dentro de nós. (Perdoa-me a redundância de nós.)

A chave é a consciência.

Porque no momento em que compreendemos a dinâmica interna do nó…

  • As emoções que estamos a sentir…
  • As crenças que as sustentam…
  • Os pensamentos que se geram…
  • A reacção automática…
  • E o que nos move…

… a nossa consciência ilumina o quarto escuro e a porta de saída revela-se.

Num estalar de dedos. E a energia que estava a ser consumida na luta, fuga ou negação liberta-se…

E fica à nossa disposição para o que escolhermos fazer com ela.

3. Os Nós são um Reservatório Ilimitado de Energia

Alguma vez te sentiste depleto de energia? Naquele estado de cansaço crónico em que tudo o que te apetece é parar – mas não podes…

E se em vez de teres que tirar férias por tempo indeterminado te bastasse encontrar os espaços dentro de ti onde essa mesma energia está a ser aprisionada

E libertá-la?

Na vida ensinaram-nos que o antídoto para o cansaço é o descanso.

E por isso é “normal” que quando sentimos dúvida ou preocupação entremos imediatamente em conflito interno: a amígdala dispara em busca de descanso – nem que seja acelerando em frente para que tudo fique feito.

Pensa nisto: como é que é a vida emocional de uma criança?

Se tens filhos, então é possível que já os tenhas visto a ir da alegria à tristeza ao entusiasmo à zanga e a à diversão num intervalo de tempo de 10 minutos, como um iô-iô.

E como é que a natureza cresce e se propaga? Através de ciclos solares de primavera-verão-outono-inverno, a que chamamos ano.

Para cima e para baixo. Para dentro e para fora.

Amplitude Energética, Potencial Humano e Modo Criação

Mas a ideia de vida perfeita que nos passaram é uma linha contínua, de preferência sempre a subir.

E por isso tantos de nós experienciamos uma linha contínua e previsível… mas a descer!

Para infundirmos o nosso dia-a-dia com mais prazer de viver, sentido e realização temos que ser capazes de voltar a viver conscientemente os nossos altos e baixos emocionais

Desatando os nós que nos agarram à ilusão da linha recta da vida confortável.

Se o fizermos teremos acesso ao um reservatório ilimitado de energia.

NIM e o Modo Automático: o amortecimento do nosso Potencial Criativo

FLUXO: o Estado Óptimo de Experiência

O termo “fluxo” foi proposto pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi no seu livro “Fluir” para identificar o estado de satisfação profunda em que somos capazes de desfrutar verdadeiramente de alguma coisa…

Os componentes de uma experiência de fluxo podem ser especificamente enumerados pelas seguintes sensações:

  1. Objectivos claros (em que as expectativas e regras são discerníveis).
  2. Concentração e foco (um alto grau de concentração num campo de atenção limitado).
  3. Perda do sentimento de preocupação consigo mesmo.
  4. Sensação de tempo distorcida.
  5. Feedback directo e imediato (os acertos e falhas no decurso da actividade são aparentes, podendo ser corrigidos se preciso).
  6. Equilíbrio entre o nível de habilidade e de desafio (a actividade nunca é demasiadamente simples ou complicada).
  7. A sensação de controle pessoal sobre a situação ou a actividade.
  8. A actividade é em si recompensadora, não exigindo esforço algum.
  9. Quando se encontram em estado de fluxo, as pessoas “tornam-se parte da actividade” que estão praticando e a consciência é focada totalmente na actividade em si.

Quando desatamos o nó o estado natural de fluxo e congruência pessoal revela-se.

#FLUXO – Os 5 Passos para Desatar o Nó e Transitar de Estado

O #FLUXO é um diálogo interno em 5 passos que funciona como um telefonema entre o consciente e o subconsciente, e nos permite entrar em estados de fluxo usando como ponto de partida os nós internos.

É tremendamente simples…

Tão simples que ao início a mente racional pode desconfiar.

Os 5 passos do diálogo a termos connosco mesmos são

  1. “Sinto-me…”
  2. “Porque Estou a Acreditar que…”
  3. “Imagino…”
  4. “Reajo…”
  5. “A Verdade É que…”

Passo 1: “Sinto-me…”

O “Sinto-me…” permite-nos aliviar o Sequestro da Amígdala e reverter o fluxo de consciência:

  • A pressão interna fez-nos disparar numa reacção de “luta-ou-fuga”
  • Apercebemo-nos de que estamos a entrar numa espiral negativa e num espaço de confusão mental, em que as respostas vêm uma atrás da outra mas nenhuma nos satisfaz.
  • O que fazer – quando a tendência é entrar em sobre-compensação e justificar os nossos comportamentos habituais?

A resposta é regressarmos às sensações no corpo através da pergunta…

  • “O que é que estou a sentir?”

Esta exploração interna alivia a sensação de sobrecarga e o controlo da amígdala e abre espaço para reverter o fluxo reactivo.

Passo 1: o “Sinto-me…” permite-nos aliviar o Sequestro da Amígdala

Qual será o sentimento por debaixo da reacção de “luta-ou-fuga”?

  • “Sinto-me angustiado…”
  • “Sinto-me preocupada…”
  • “Sinto-me impotente…”
  • “Sinto-me sobrecarregada…”
  • “Sinto-me desligado…”
  • Etc.

Esta busca pela sensação no corpo permite-nos afrouxar a pressão interna e conquistar uma “clareira” de clareza no meio da pressão.

Quando usares o #FLUXO para desatares os teus nós presta especial atenção às frases começadas pela expressão “Sinto que…”.

“Sinto que..” não aponta para um sentimento – antes para uma crença.

Usa “Sinto-me…” para encontrares a emoção e o sentimento e esforça-te por seres o mais específico possível na sua identificação: a recompensa virá no fim.

Usa esta Tabela de Sentimentos para identificares a emoção soterrada por debaixo da reacção de “luta-ou-fuga”.

Passo 2: “Porque Estou a Acreditar que…”

O “Porque Estou a Acreditar que…” permite-nos activar o Córtex Frontal através da pergunta “Em que é que estou a acreditar?”

A reacção da amígdala é sustentada por memórias emocionais e percepções antigas – que podem ser re-interpretadas no momento presente, libertando-nos do seu poder.

Mas antes precisamos de as identificar.

Passo 2: o “Porque Estou a Acreditar que…” permite-nos identificar a crença que sustenta o Sequestro da Amígdala

Pode parecer simples demais, mas a crença crença que sustenta a pressão interna é algo tão simples como:

  1. “Não Sei […]”
  2. “Não Sou Capaz […]”
  3. “Não Me Apetece […]”
  4. “Não Posso porque Ainda Tenho Que […]”
  5. “Eles Primeiro […]”

Estas são as 5 “Desculpas” da Procrastinação que nos levam a adiar o que sabemos que é para ser feito.

As 5 “Desculpas” da Procrastinação

Qual é a tua preferida – que te ouves a dizer com maior frequência?

É comum após completarmos os dois primeiros passos do #FLUXO cairmos na tentação de argumentar com a crença afirmando o seu oposto:

  • “É claro que posso!”

Mas a verdade é que este atalho não nos põe em contacto com o silêncio e a emoção positiva – e por isso acaba por não ser eficaz…

Continua a sustentar o “patinanço” e a pressão mental.

Um dos segredos do #FLUXO é a sua capacidade para conectar mente e emoções – intelecto e intuição…

O que faz com a transição de estado seja uma experiência completa e não apenas uma ideia: é vivida tanto no corpo como na mente, criando a sensação de congruência interna.

Avança sempre para os passos seguintes e completa o #FLUXO.

  • “Sinto-me angustiado porque estou a acreditar que não sou capaz.”
  • “Sinto-me preocupada porque estou a acreditar que não sei como resolver isto.”
  • “Sinto-me impotente porque estou a acreditar que não posso parar porque ainda falta imenso para acabar.”
  • “Sinto-me sobrecarregada porque estou a acreditar que eles precisam de mim.”
  • “Sinto-me desligado porque estou a acreditar que não me apetece fazer nada.”
  • Etc.

Sugiro que insistas na exploração da crença até chegares à sensação interna de “SIM, é isto!”

É comum soltar-se um suspiro e a respiração ficar mais profunda quando descobrimos essa integridade: esse é o sinal de que chegámos ao ponto que queríamos.

Mindfulness na Vida Real?

Cria um diálogo redentor entre a mente e o coração abrindo espaço para agires em consciência – apesar do ritmo do dia-a-dia comum. Em 10 minutos. Investir nos #21DiasDeFLUXO »

Passo 3: “Imagino Que…”

O terceiro passo do #FLUXO permite-nos Re-Ocupar o Córtex Frontal.

Afrouxámos a reacção do cérebro primitvo e criámos um caminho para o Córtex Frontal.

Agora vamos “varrer a casa” purgando a nossa atenção:

  • “O que é que estou a imaginar?”
  • “A que é que estou a prestar atenção?”
  • “Qual é o filme no meu teatro mental?”

Passo 3: o “Imagino Que…” permite-nos purgar os nossos “filmes mentais”

O Sequestro da Amígdala é sustentado por uma crença – que identificámos no passo 2 do #FLUXO – e energizado por um Quadro Interno de Pressão que queremos evitar a todo o custo.

A sua exploração libertar-nos-á da sua influência negativa.

  • “Imagino que vou desiludir a minha mulher, os meus filhos e os meus colaboradores.”
  • “Imagino que apesar deste trabalho todo vai correr tudo mal e não vou obter retorno.”
  • “Imagino que me vou magoar e os meus pais vão ficar desiludidos.”
  • “Imagino que depende tudo de mim e estou sozinho.”
  • “E por isso imagino que a única solução é deixar ficar tudo como está.”

Quanto entramos em Modo de Sobrevivência o nosso teatro mental fica preenchido com o pior cenário possível…

E como estamos tão absorvidos com encontrar a solução no exterior – com as tarefas que temos que completar, os objectivos que temos que conseguir ou a situação que temos que perceber – raramente olhamos para o que está a acontecer no nosso pensamento e emoções.

  • Qual seria o teu quadro interno de loucura?
  • Quais são as personagens que imaginas desiludir se cederes ao estado reactivo – e que sustêm o medo da rejeição?

A nossa educação treinou-nos para ignorarmos e rejeitarmos este Quadro Interno de Pressão – e por isso ele comanda-nos na sombra, em surdina.

Dá-te ao direito de expressares o que vem, durante o tempo que vier. E compromete-te em ser o mais específico possível: o que é que vês, escutas e sentes no teu teatro mental?

Passo 4: “Reajo…”

O 4º passo do #FLUXO permite-nos reconhecer, aceitar e abraçar o tigre – aquela parte de nós que tantas vezes escondemos mas que existe para nos proteger.

Todos nós temos um cérebro primitivo que responde impulsivamente ao perigo, de modo a garantir a nossa sobrevivência.

E todos nós – num dado momento da vida – reagimos de maneiras “pouco racionais”.

A tendência generalizada é para mascararmos as nossas reacções. A única maneira de vivermos o nosso potencial é olhá-las de frente… e acolhê-las.

Passo 4: o “Reajo…” permite-nos humanizar e deixar ir a nossa reacção

Fuga, luta ou parálise: qual será o teu padrão de “luta-ou-fuga” que se activa com o Sequestro da Amígdala?

  • “Reajo lutando com a angústia e isolando-me cada vez mais das pessoas à minha volta.”
  • “Reajo ignorando os sinais e fugindo em frente: logo se vê, posso ter sorte…”
  • “Reajo consumindo ainda mais informação e fazendo ainda mais cursos.”

E com que acção amorteces a tensão interna?

É raro atacarmos física ou verbalmente a pessoa que nos tocou no botão…

Em vez disso fumamos um cigarro… ou vamos para o Facebook. Ou beber um café. Ou fazer uma compra. Ou descarregamos em quem mais amamos (e confiamos).

Cada um de nós tem uma maneira de reduzir os seus níveis internos de pressão.

Quais serão os teus comportamento de fuga?

O convite do #FLUXO é que os assumamos evitando cair em auto-julgamento: a exploração que estamos a fazer pode ser vista pela sociedade como sendo “feia” – ou representativa de “fraqueza”….

Quando na verdade é uma enorme acto de coragem. Reconhece-te.

Passo 5: “A Verdade É que…”

Quando nos libertamos do Sequestro da Amígdala somos outra vez livres para escolher e decidir em consciência.

E para pormos em causa aquilo em que estávamos a acreditar.

Sob a reacção de sobrevivência agimos em modo automático e quase sempre da maneira que está pre-definida e acordo com o nosso passado.

No passo final do #FLUXO somos livres para escolher.

A tempestade passou, estamos relaxados e pode ter surgido um impulso para criar:

  • Onde é que vais investir o teu potencial criador?
  • Qual é o insight que obtiveste do #FLUXO?
  • A que conclusão chegaste?

Passo 5: no “A Verdade É que…” afirmamos o que queremos

  • “A verdade é que isto é mentira. É um filme da minha mente. Não é verdade.”
  • “A verdade é que posso parar agora mesmo e regressar à acção com totalidade dentro de duas horas.”
  • “A verdade é que o que eu quero mesmo é […]”

Permite que a verdade ou a intenção estejam em congruência com o momento presente.

A verdade é a verdade… neste preciso momento.

Não está gravada em pedra, não temos que nos agarrar a ela e amanhã pode ser diferente.

Há algo dentro de ti que esteja presente e “te peça” para ser feito?

Para onde quer ir o impulso criador?

Um hábito simples com o potencial para criar resultados extraordinários.

O que quer que seja que oiçamos frequentemente no nosso cenário mental e nos impede de viver todo o nosso potencial de modo relaxado e presente…

É um “rótulo” que representa um estado… que pode ser desatado!

  • Falta de tempo.
  • Medo de falhar.
  • Medo da rejeição.
  • Ansiedade.
  • Pessimismo.
  • Impotência.
  • Etc.

Qualquer uma destas expressões é uma generalização que aponta para um estado mental-emocional que é individual.

Uma experiência que é apenas tua. Minha. Dele. Dela.

E é possível usá-la como o trampolim para a confiança e a motivação.

O #FLUXO foi criado por extrema necessidade.

Depois de 10 anos de investimento em desenvolvimento pessoal continuava com o mesmo dilema:

  • “Como é que consigo transportar para o dia-a-dia comum do comum dos mortais as experiências e os estados que vivo nos workshops, retiros e formações?”

Ter saído do mercado de trabalho tradicional e ter empreeendido o shoo “obrigou-me” a lidar com o medo, a falta de foco e a distracção de uma maneira que nenhum workshop alguma vez me tinha permitido…

E ter a consciência de que o que conta mesmo é encostar a cabeça à almofada – pela noite – sabendo que fui capaz me oferecer aos meus sonhos durante o dia.

O #FLUXO foi desenvolvido porque precisava de uma ferramenta fácil, rápida e prática para

  1. Alinhar diariamente a mente e o coração…
  2. Desatando o nó que se vai apresentar num determinado dia…
  3. E entrar em acção.

Aplico-o antes de começar o meu dia de trabalho para desmontar o meu pessimismo crónico.

Aplico-o em diálogos redentores com a minha cara metade, para nos conectarmos a nós mesmos e desmontarmos o drama e as discussões de casal.

E utilizo-o frequentemente com os alunos do shoo e os nossos clientes de coaching.

Acredito que a nossa realização enquanto seres humanos está directamente relacionada com hábitos simples cujo efeito cumulativo ao longo do tempo é a diferença entre uma vida extraordinária ou medíocre.

Acredito que agirmos em integridade com os nossos sonhos e valores é um desses hábitos – e para isso é preciso saber desatar os nós internos em que tantas vezes nos enrolamos.

Depressão, ansiedade, medo, preocupação, tensão, apatia, resistência…

Todos estes estados podem ser usados como o trampolim para o nosso potencial total.

Se o que leste te fez sentido então experimenta aplicares o #FLUXO durante 7 dias, pela manhã, antes de começares a trabalhar: vais ver diferença nos teus níveis de motivação, silêncio e clareza.

Obrigado por teres lido este artigo. Desejo que te seja útil na tua busca.

Até já***
João Diogo

Partilha o Amor! Faz Like e deixa os teus comentários ↴

2018-11-26T18:40:59+00:00