No momento em que dou um passo na direcção do que sei que quero (mas assusta) a vida começa a reverberar a intenção.

Como um espelho holográfico em que vejo reflectida a minha acção.

No início surge suporte na forma de pessoas e eventos que reconhecem a decisão.

E certas ideias que antes não faziam sentido agora tocam no ponto, libertando novo entusiasmo e energia criativa.

Pouco a pouco a vão-se revelando pequenas oportunidades que antes eram imperceptíveis, por detrás do véu da resistência.

Mas que agora estão finalmente maduras para se concretizarem.

O momentum positivo vai ganhando amplitude a cada nova decisão em integridade com a intenção…

Encorajando-me a sustentar o aparente vazio à minha frente – e a preencher a incerteza com criação.

Os imprevistos passam a ser integrados com abertura, em vez de encontrarem a oposição do padrão reactivo…

E o ritmo criativo recicla-se em nova acção. E correspondente reverberação da vida.

O coração enche-se de alegria e conexão, e quanto mais alinhado estou maior o efeito da reverberação.

  • “Porque é que não é sempre assim?”

Porque para sermos capazes de sustentar um novo ponto de mutação nas nossas vidas…

Temos antes que passar pelo processo interno que nos permite descodificar as lições do passado.

Porque para voltar a abrir à vulnerabilidade e confiança temos antes que compreender porque nos contraímos e fechámos.

Revisitando os mesmos eventos de sempre a partir de todas as perspectivas possíveis.

Porque quando finalmente tudo faz sentido o nosso potencial criador é capaz de se desenrolar dos seus próprios nós e recodifica numa nova criação.

Na verdade o processo de co-criação é sempre assim: eu é que estava a tentar criar impulso onde a reverberação é fraca.

Entre os dias 28 e 30 de Novembro haverá uma nova edição do workshop impulso e as 3 primeiras inscrições terão um desconto de 20%. Envia-me um email para te inscreveres.

Até já***
João Diogo

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